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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Ben-Hur


Magnífico! Grandioso! Soberbo. Sequências antológicas que impressionam até hoje. Cenas do naufrágio da galé, do vale dos leprosos e a sequência de vinte minutos da corrida de bigas são memoráveis. Detalhe: a Paixão de Cristo é muito forte no filme, mesmo sem ser mostrada; a cena em que Ben-Hur dá água ao homem carregando a cruz é marcante. Indicado a 12 Oscars venceu 11. Épico inigualável.

A Paixão de Cristo


Todos nós temos Jesus no coração, então é natural que algumas pessoas critiquem o filme como forte e apelativo; outras não agüentam ver o Cristo sofrendo tanta brutalidade. Mas estas pessoas ignoram que tudo o que o filme mostra, nunca conseguirá ser mais terrível que a passada realidade. Quanto aos aspectos artísticos do filme, não sei qual foi a intenção do Mel Gibson, se chocar ou exortar através da comoção. O que achei lindo no filme foi no finalzinho, quando Jesus expira e uma gota cai do céu, como a lágrima de Deus, causando um terremoto; momento poético e triste. O idioma do filme em aramaico é algo que gosto bastante.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Um musical ousado

Filmes heréticos me incomodam muito, claro. Mas reconheço que este é um bom filme. O musical Jesus Cristo Superstar foi um marco do teatro e rodou o mundo antes de virar filme. É muito ousado e criativo, mostrando os últimos dias de Jesus numa ópera-rock, e do ponto de vista de Judas Iscariotes; esse Judas é o melhor personagem do filme. As músicas são ótimas e as performances idem.

sábado, 30 de janeiro de 2010

O Manto Sagrado

Um dos maiores e mais belos épicos bíblicos do cinema, indicado ao Oscar de melhor filme. É a história do centurião que recebeu de Pilatos a ordem para crucificar Jesus Cristo. Depois de cumprida a ordem, a vida deste soldado nunca mais será a mesma. O simples contato com o manto que cobriu o corpo de Jesus abre-lhe os olhos para a verdade. Cenários e figurinos são magníficos e venceram oscars. Uma das principais atuações do Richard Burton, também indicado ao Oscar. Uma passagem em especial é uma das mais belas e comoventes do cinema: uma paralítica, seguidora do Salvador, é perguntada sobre o porquê de sua fé, já que este Salvador não a tirou de sua triste condição. A sua resposta é tão bela quanto profunda, nos dando muito que pensar e rever em nossas vidas. Uma grande lição. Primeiro filme rodado em CinemaScope. Vejam o filme para saber a resposta. Vale muito a pena.

Os Dez Mandamentos

Um poderoso épico de 1956, do Cecil B. DeMille. Soberbo em cenários e figurinos. A cena da divisão do Mar Vermelho maravilhou as platéias por décadas. Oscar de efeitos especiais. Para o papel de Moisés, o diretor chamou Charlton Heston, segundo ele o único ator com força de caráter o suficiente para encarnar um perfeito Moisés. O inesquecível Yul Brynner está perfeito como Ramsés.